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Paris

Filed under: Viagens — Luciana Gimenez @ 4 de agosto de 2009 - 16:41
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13 Comentários - “Paris”



    Lindas as fotos!
    aproveite bastante Lú!

    ps: votando todo dia pra vc nas 100 + da VIP!!




    Essa foto logo acima fez-me lembrar de um episódio burlesco. Certa vez, um sujeito (austríaco ou húngaro, ou carioca, não sei ao certo) reuniu os cinco dos maiores ‘empresários da sucata’, comerciantes do ferro e aço, e disse-lhes que a Torre Eifel seria desmontada e os milhares de toneladas de ferro dessa monumental obra seriam vendidos, ou melhor, leiloados. Ele, obviamente, assumiria o pregão. Reuniu-se com os interessados na suíte de um luxuoso hotel, perto da Praça de la Concorde, e entregou-lhes inúmeros documentos com selos, carimbos e timbres da prefeitura de Paris (tudo falsificado, obviamente) que se referiam à venda do maior monumento parisiense; e ao mesmo tempo em que distribuía a papelada, explicava-lhes os motivos e dificuldades por que passava a prefeitura de cidade, levando-a a recorrer àquele leilão. Junto aos ‘documentos oficiosos’ que eram distribuídos, havia envelopes onde deveriam ser depositadas as propostas de compras daqueles ‘seleto grupo de licitantes’; aquele que oferecesse a quantia mais elevada seria o dono de toda aquela monstruosa quantidade de ferro. Cabe ressaltar que ele justificou o sigilo de toda aquela ‘mega-negociação’, dizendo que não poderia fazer alarde, pois assim restringiria o grupo somente aos realmente capazes de comprar todo aquele patrimônio metálico e de dar uma adequada destinação a ele. A Torre Eiffel, assim que desmontada, teria de ser muito rapidamente retirada do centro da capital francesa. Os cinco pretensos compradores pensaram realmente que fariam um grande negócio ao comprar todo aquele ferro, mas… Já que a pauta é ‘ferro’, podemos dizer que se FERRARAM, ou melhor, um se FERROU, perdendo uma quantia vultosa. O astuto teve a manha de vender a Torre Eiffel!!! Parece-me que a vítima nem registrou queixa por não querer ‘passar recibo’, ou por ser difícil de explicar tal fato às autoridades, ou até porque ele próprio tentara subornar o prefeito (ou o ‘leiloeiro’) com uma ‘caixinha’, para que sua proposta fosse ‘vista com carinho’ (aquelas coisas de espertalhões querendo se dar bem). O espertalhonatário (espertalhão com estelionatário) era ainda conhecido como o ‘Conde’. É mole ou quer mais?! Mas agora, Luciana, tendo ciência de que Vossa Senhoria é uma grande investidora, eu gostaria de saber se não estaria interessada em participar de negócio IMPERDÍVEL (???). A Vossa Senhoria não gostaria de comprar o ‘Viaduto Santa Ifigênia’? Eu estou vendendo por uma pechincha. Pode tratar comigo mesmo.
    Vitor Lustig




    Aconselho aqueles que gostam de mais agitação a visitar o blog do Maroni. É muito legal. Pelo menos para quem não gosta de monotonia e de ficar sempre na mesmice. Tem críticas bravas, tem palavrões a doidado, tem tudo o que não recomenda ‘os conservadores e mantenedores dos ‘bons-costumes da família brasileira’. Ele fala de tudo quanto é assunto de uma forma descontraída e irreverente. Claro que o público alvo não é a maioria dos que cá freqüentam, mas nesse meio há sempre uns ‘desgarrados’, uns ‘perdidos’, que navegam sem destino na net até aportar num local onde a vida é intensa e muitíssimo animada. Vale a pena conferir, principalmente os meio céticos ou ateus, pois me parece que o cara é também meio descrente nesse papo de Deus. Bom, pelo menos parece não aceitar passivamente, parece ter uma certa inquietude quanto à existência dEle. Isso é bárbaro. É ótimo ver que há pessoas que não se curvam aos ditames de uma sociedade abestalhada regida por preceitos religiosos. Vejo ‘nietzschedamente’ coisas de um espetacular filósofo nas entrelinhas do empresário-blogueiro… Uns são aprisionados pelos grilhões do conservadorismo, permitindo-se engessar mental e intelectualmente; outros se lançam por ‘mares nunca dantes navegados’, libertando-se em todos os aspectos… Agrada-me sobremaneira ver que as pessoas ganham asas e voam alto, mais alto até dos que os pombos…
    carOs aMorin




    É mais seguro reconciliar-te com um inimigo do que derrotá-lo. A derrota pode priva-lo de seu veneno; mas a reconciliação o privará de sua vontade de prejudicar. (Owen Feltcham)




    A glória da amizade não é a mão estendida, nem o sorriso carinhoso, nem mesmo a delicia da companhia. É a inspiração espiritual que vem quando você descobre que alguém acredita e confia em você. (Ralph Waldo Emerson)




    A essência da vida é saber aceitae compreender o que a vida nos proporciona, pois somos responsáveis pele colheita do que plantamos.




    Você que é meu amigo,
    você que sempre me socorre quando preciso,
    você que fala de assuntos interessantes
    às vezes coisas banais que para mim são tão importantes!
    Você, que,
    às vezes,
    tão longe,
    mas que sinto tão perto em meu coração…

    Você, meu amigo,
    que não vejo os olhos,
    mas sinto a alma,
    está sempre próximo,
    bem mais perto do que a própria tela,
    está mais próximo do que imagina…

    Você meu amigo,
    que invadiu minha vida,
    fez-me gostar-te muito,
    que não veio apenas através de um cabo telefônico,
    mas veio do vento,
    vento que nos leva para o encontro das nossas alegrias
    para a proximidade dos nossos sonhos.

    Você é especial,
    e tudo o que se refere à você.

    São tão importantes para mim:
    as suas alegrias, as suas mágoas, as suas histórias e suas aventuras,
    quero-te sempre próximo de mim!

    Você meu amigo,
    que é muito mais que um encontro virtual,
    é a realidade dos meus dias!

    Por você eu navego,
    por você eu crio,
    por você eu tenho suportado tantas coisas,
    com tanta força…




    Dicionário do Amigo

    A ceita você como você é.
    B ota fé em você.
    C hama-o ao telefone só pra dizer oi.
    D á-lhe amor incondicional.
    E nsina-lhe o que sabe de bom.
    F az-lhe favores que os outros não fariam.
    G rava na memória bons momentos passados com você.
    H umor não lhe falta pra fazer você sorrir.
    I nterpreta com bondade tudo o que você diz.
    J amais o julga, esteja você certo ou errado.
    L ivra-o da solidão.
    M anda-lhe pensamentos de ternura e gratidão.
    N unca o deixa em abandono.
    O ferece ajuda quando vê sua necessidade.
    P erdoa e compreende suas falhas humanas.
    Q uer vê-lo sempre feliz.
    R i com você e chora quando você chora.
    S empre se faz presente nos momentos de aflição.
    T oma suas dores e evita que o maltratem.
    U m sorriso seu basta para fazê-lo feliz.
    V ence o inimigo invencível junto com você.
    X inga e briga por você.
    Z ela, enfim, pela jóia que você representa




    A minha primeira vez…

    O céu estava claro,
    A lua quase dourada…
    Ali no campo, eu e ela,
    E não se via mais nada!
    A pele suave,
    As ancas expostas,
    E eu tocando de leve
    O macio de suas costas…
    Não sabendo começar,
    Olhei o corpo esguio.
    Decidi por as mãos
    Sobre seu peito macio…
    Eu sentia medo!
    Meu coração forte batia,
    Enquanto ela bem lentamente,
    As firmes pernas abria…
    Vitória!
    Eu consegui!
    Tudo então melhorou…
    Pelo menos desta vez,
    O líquido branco jorrou
    ! Finalmente tudo acabou,
    Mas quase que eu saio de maca!
    Foi assim a primeira vez…

    Que eu tirei leite de uma vaca!!!

    Você pensou que fosse o quê?
    Malicioso(a)… =P




    Narra antiga lenda que um rabi, religioso dedicado, vivia muito feliz com sua família. Esposa admirável e dois filhos queridos.

    Certa vez, por imperativos da religião, o rabi empreendeu longa viagem ausentando-se do lar por vários dias.

    No período em que estava ausente, um grave acidente provocou a morte dos dois filhos amados.

    A mãezinha sentiu o coração dilacerado de dor. No entanto, por ser uma mulher forte, sustentada pela fé e pela confiança em Deus, suportou o choque com bravura.

    Todavia, uma preocupação lhe vinha à mente: como dar ao esposo a triste notícia?

    Sabendo-o portador de insuficiência cardíaca, temia que não suportasse tamanha comoção.

    Lembrou-se de fazer uma prece. Rogou a Deus auxílio para resolver a difícil questão.

    Alguns dias depois, num final de tarde, o rabi retornou ao lar.

    Abraçou longamente a esposa e perguntou pelos filhos…

    Ela pediu para que não se preocupasse. Que tomasse o seu banho, e logo depois ela lhe falaria dos moços.

    Alguns minutos depois estavam ambos sentados à mesa. Ela lhe perguntou sobre a viagem, e logo ele perguntou novamente pelos filhos.

    A esposa, numa atitude um tanto embaraçada, respondeu ao marido: deixe os filhos. Primeiro quero que me ajude a resolver um problema que considero grave.

    O marido, já um pouco preocupado perguntou: o que aconteceu? Notei você abatida! Fale! Resolveremos juntos, com a ajuda de Deus.

    - Enquanto você esteve ausente, um amigo nosso visitou-me e deixou duas jóias de valor incalculável, para que as guardasse. São jóias muito preciosas! Jamais vi algo tão belo!

    - O problema é esse! Ele vem buscá-las e eu não estou disposta a devolvê-las, pois já me afeiçoei a elas. O que você me diz?

    - Ora mulher! Não estou entendendo o seu comportamento! Você nunca cultivou vaidades!… Por que isso agora?

    - É que nunca havia visto jóias assim! São maravilhosas!

    - Podem até ser, mas não lhe pertencem! Terá que devolvê-las.

    - Mas eu não consigo aceitar a idéia de perdê-las!

    E o rabi respondeu com firmeza: ninguém perde o que não possui. Retê-las equivaleria a roubo!

    - Vamos devolvê-las, eu a ajudarei. Faremos isso juntos, hoje mesmo.

    - Pois bem, meu querido, seja feita a sua vontade. O tesouro será devolvido. Na verdade isso já foi feito.

    - As jóias preciosas eram nossos filhos.

    - Deus os confiou à nossa guarda, e durante a sua viagem veio buscá-los. Eles se foram.

    O rabi compreendeu a mensagem. Abraçou a esposa, e juntos derramaram grossas lágrimas. Sem revolta nem desespero.

    Os filhos são jóias preciosas que o Criador nos confia a fim de que as ajudemos a burilar-se.

    Não percamos a oportunidade de enfeitá-las de virtudes. Assim, quando tivermos que devolvê-las a Deus, que possam estar ainda mais belas e mais valiosas




    …Por estórias como essas, é que sou ateu e acho que se esse tal de ‘Deus’ existisse mesmo seria um tremendo de um filho da puta! Que todas as Sagradas escrituras que vão pros quinto dos infernos!
    Amém!
    (O diabo é ‘fichinha’ perto desse deus judaico-cristão)




    DIVAA perfeiiiiita como sempreeê ,

    amoo vooceê maais que a minha viida ♥




    Amigo é como o sol, pode não aparecer todos os dias, mas sabemos que ele existe… Obrigado por ser o sol em minha vida…Beijão lú,te adoro muitooo… :)


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